O fotógrafo mineiro Eustáquio Neves apresenta sua primeira panorâmica no MAP, Museu de Arte da Pampulha, a partir do próximo sábado, 18, às 16 horas. Promovida pela Prefeitura de Belo Horizonte, por meio da Fundação Municipal de Cultura, a mostra tem entrada gratuira e pode ser visitada de terça a domingo, das 9h às 19h.
A busca por meios para a materialização de ideias em imagens está na origem do trabalho de Eustáqio Neves. O artista apresenta os desdobramentos da pesquisa visual iniciada ainda na juventude, com sua aproximação da linguagem do cinema. Sua obra potencializa, também, o processo a partir dos conhecimentos adquiridos com sua formação em Química e no definitivo encontro com as técnicas fotográficas.
Se num primeiro momento a intenção era experimentar e entender os limites da linguagem técnica e da manipulação das imagens, como na série “Futebol”, em outro, o artista se volta para uma reflexão temática. O trabalho adquire outras leituras. "Minhas fotos são autobiográficas", define o fotórgrafo.
Tal característica evidencia os aspectos utilizados por Eustáquio Neves advindos da opressão. Pode-se perceber essas nuances na série “Boa Aparência” ou no impactante conjunto de imagens batizado de “Máscara de Punição”, feita a partir de um antigo retrato de 3x4 de sua própria mãe.
Eustáquio Neves nasceu em Juatuba e, atualmente, vive e trabalha em Diamantina. Fotógrafo e videoartista autodidata, o artista iniciou a experimentação com a fotografia em 1989, quando começou a desenvolver técnicas alternativas de manipulação de negativos e cópias de imagens.
Realizou diversos projetos individuais ao longo de sua carreira. Eustáquio Neves apresentou fotos na exposição “Madrid Mirada”, em Madri, na Espanha (2008); na “International Photo Magazine”, em Nova York (2007), e no “16º Festival de Mídia Eletrônica, o Videobrasil”, em São Paulo (2007). Outra exposição de destaque foi “Memórias”, realizada no Centre Régional de La Photographie, na França (2002). Entre as coletivas, destacam-se “Identidades Contrapostas”, no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo (2008), e “Cidadania... Brasileiros”, no Centro Cultural São Paulo (2007).
Durante a exposição de Eustáquio Neves, o Museu de Arte da Pampulha promove duas ações educativas. A primeira, direcionada ao público de todas as idades, é a oficina “Capturando Imagens com uma Câmera Escura”. A segunda é a “Biblioteca do Artista”, montada na Biblioteca do Museu durante a exposição: uma estante que abrigará os livros de referência na formação e no trabalho do fotógrafo. O MAP fica localizado na Avenida Otacílio Negrão de Lima, 16.585, Jardim Atlântico.
A busca por meios para a materialização de ideias em imagens está na origem do trabalho de Eustáqio Neves. O artista apresenta os desdobramentos da pesquisa visual iniciada ainda na juventude, com sua aproximação da linguagem do cinema. Sua obra potencializa, também, o processo a partir dos conhecimentos adquiridos com sua formação em Química e no definitivo encontro com as técnicas fotográficas.
Se num primeiro momento a intenção era experimentar e entender os limites da linguagem técnica e da manipulação das imagens, como na série “Futebol”, em outro, o artista se volta para uma reflexão temática. O trabalho adquire outras leituras. "Minhas fotos são autobiográficas", define o fotórgrafo.
Tal característica evidencia os aspectos utilizados por Eustáquio Neves advindos da opressão. Pode-se perceber essas nuances na série “Boa Aparência” ou no impactante conjunto de imagens batizado de “Máscara de Punição”, feita a partir de um antigo retrato de 3x4 de sua própria mãe.
Eustáquio Neves nasceu em Juatuba e, atualmente, vive e trabalha em Diamantina. Fotógrafo e videoartista autodidata, o artista iniciou a experimentação com a fotografia em 1989, quando começou a desenvolver técnicas alternativas de manipulação de negativos e cópias de imagens.
Realizou diversos projetos individuais ao longo de sua carreira. Eustáquio Neves apresentou fotos na exposição “Madrid Mirada”, em Madri, na Espanha (2008); na “International Photo Magazine”, em Nova York (2007), e no “16º Festival de Mídia Eletrônica, o Videobrasil”, em São Paulo (2007). Outra exposição de destaque foi “Memórias”, realizada no Centre Régional de La Photographie, na França (2002). Entre as coletivas, destacam-se “Identidades Contrapostas”, no Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo (2008), e “Cidadania... Brasileiros”, no Centro Cultural São Paulo (2007).
Durante a exposição de Eustáquio Neves, o Museu de Arte da Pampulha promove duas ações educativas. A primeira, direcionada ao público de todas as idades, é a oficina “Capturando Imagens com uma Câmera Escura”. A segunda é a “Biblioteca do Artista”, montada na Biblioteca do Museu durante a exposição: uma estante que abrigará os livros de referência na formação e no trabalho do fotógrafo. O MAP fica localizado na Avenida Otacílio Negrão de Lima, 16.585, Jardim Atlântico.
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